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| Desenho do "Novo Ka" lançado na linha 2015, deve ganhar facelift em 2018 |
Primeiro contato com o Novo Ka já impressiona pela chave, que enche os olhos. Praticamente a mesma do Fusion. Um detalhe curioso: Nem o New Fiesta, que custa mais caro, tem essa chave.
Ao destrancar o carro e abrir a porta, a situação muda completamente. Todo o requinte cai por terra, ao se deparar com vidros elétricos apenas nas portas da frente e o puxador interno simples. Puxador pintado e vidro elétrico traseiro? Só na versão top de linha SEL.
O acabamento geral é honesto. Aparentemente de boa qualidade e bonito de ver, com a moldura do rádio pintado e o acabamento do volante pintado em prata, preto brilhante nas versões sedan. Não tem a simplicidade monocromática escura e cheia de rebarbas do New Fiesta.
O painel de instrumentos é bem simples, com relógios pequenos e com alguns vacilos como a falta de relógio marcador de temperatura e de computador de bordo (presente apenas na versão SEL).
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| Falta simplicidade nos comandos do rádio. Acabamento prateado agrada. |
O rádio da versão SE Plus não conta com o suporte de celular, presente na básica SE. Mas conta com o sistema SYNC dotada de uma tela central e comandos do rádio no volante. Ele não é tão intuitivo, mas nada que em pouco tempo a gente não aprenda. O rádio SYNC ainda tem comandos de voz e sistema de chamada de emergência, onde ele liga de um celular conectado no Bluetooth para o SAMU caso haja algum acidente com o veículo.
| Comandos do ar dotados de recirculador eletrônico. Abaixo a conexão USB do sistema de áudio SYNC |
| Bancos: Dois tons e costura branca |
Os bancos são bonitos e possuem tecidos que aparentam boa qualidade. Com bom apoio e abas na lateral, ele veste o motorista. Falta uma regulagem de altura, é verdade. Atrás, o espaço para as pernas é bom para um carro dessa categoria. Novamente, muito melhor que no New Fiesta. O banco possui três apoios de cabeça e cinto de três pontos para todos os ocupantes. Além do sistema ISOFIX para cadeirinha infantil.
O porta malas pode ser aberto na bela chave canivete ou pela abertura interna. Ao levantar a tampa, o acabamento de carpete nas caixas de roda passam boa impressão e os 257 litros de capacidade parecem razoáveis pela proposta do carro. O único problema que eu encontrei foi a tampa, que não se fecha sem aplicar uma quantidade significativa de força. O que não me parece muito normal.
O motor, é o mais potente dos 1.0, sem contar os dotados de turbina. Com 85 cv no etanol. Na pratica, se resume a um carro gostoso de tocar na cidade. Dirigindo vazio, sem nenhum passageiro e com muita "ousadia", o Kazinho canta pneu até de terceira marcha.
| Painel de instrumentos do Ka com o marcador de combustível "Made in Itu" |
A suspensão é bem calibrada. É macia. Suave. Filtra bem as irregularidades da estrada e ainda tem uma pegada "esportiva" desenhando as curvas e firme, passando boa dose de segurança. O motor rende bem em altas rotações também. Os pedais são leves. A direção tem regulagem em altura, assistência elétrica e progressiva auxilia nas manobras na cidade e da confiança nas rodovias.
| Cockpit agradável do Ford Ka |
Esse conjunto é bem interessante para usar no dia a dia. O carro de entrada da Ford tem algumas mancadas, mas muitas qualidades.
Segue abaixo o vídeo que gravei com o Ford Ka em trecho urbano.
Por enquanto, é isso
Abraço,
Diego Tribst




